Adeus ano velho... Blá blá blá...
Essa é a terceira (e espero que última) tentativa de escrever um post para 2013.
Eu quero é por uma pedra em cima de 2012 de forma que eu não precise aprender de novo as lições desse ano esquisito.
Em 2013 quero ter mais coragem. Quero ter mais paciência.
Quero pedir as mais sinceras desculpas a quem eu acho que devo e não é de hoje.
Vou dizer que amo mais vezes.
Vou amar ainda mais do que já amei até hoje.
E por que não fiz tudo isso antes? Porque a evolução é gradativa e se eu já soubesse como fazer tudo, não estaria de expediente aqui na Terra.
Eu vou encontrar o jeito certo de falar que hoje sei que eu poderia ter resolvido certos problemas de outra forma. Sem tanta dor, sem tanta mágoa. Esses dias eu li uma frase no FB que pra mim fez muito sentido. "A forma como as pessoas te tratam é o karma delas. A forma como você reage é o seu." Mas hoje eu prefiro inverter essa ótica: a forma como eu tratar as pessoas é o meu karma (e quero resolver alguns mal entendidos) e a forma como elas reagirem é o delas (vou tentar fazer a minha parte, mas não posso fazer pelo outro o que é dele por atribuição).
E assim, espero que as amizades que cultivei continuem comigo nessa jornada. Que eu tenha mais saúde que juízo. Mais felicidade que dinheiro. Mais dinheiro que dívidas. Mais amor que saudade.
Que 2013 venha já me tirando o fôlego!
Há duas coisas que não voltam: a pedra atirada e a palavra proferida. Para nossa sorte, a palavra proferida ganha diferentes significados ao longo do tempo.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Ho Ho Ho
Estou aqui em Foz do Iguaçu numa aventura há muito tempo almejada: pegar a estrada com lenço e documento e ver no horizonte que tudo o que sou devo ao meu passado e por isso faço desse presente um momento para ser feliz. Vim para conhecer uma parte da família do meu noivo que não conhecia e rever a outra parte que vejo pouquíssimas vezes e nesse momento, devo estar sendo muito julgada por não estar no meio de todos tirando as tradicionais foto de Natal. Mas tudo bem, eu precisava escrever e esse post vai ser bem breve.
Acabei de participar da ceia de Natal da minha família pelo Skype e ainda que esteja há 680km de distância deles, sinto o amor de todos aqui bem pertinho.
Só queria dizer nessa noite especial que independente da sua crença, que o amor prevaleça, a paz de espírito te reconforte e essa noite seja cheia de luz na sua vida. Que muito mais do que presentes, você ganhe objetivos e renovação de energias para sonhar ainda mais daqui pra frente.
Que você possa abraçar todos que ama seja ao vivo, pela internet ou em pensamento.
Que você possa agradecer pelo ano que teve independente de suas alegrias ou dificuldades, pois uma coisa é muito importante: ser grato ao universo por todo o aprendizado, pois não somos nada sozinhos.
Feliz Natal =)
Acabei de participar da ceia de Natal da minha família pelo Skype e ainda que esteja há 680km de distância deles, sinto o amor de todos aqui bem pertinho.
Só queria dizer nessa noite especial que independente da sua crença, que o amor prevaleça, a paz de espírito te reconforte e essa noite seja cheia de luz na sua vida. Que muito mais do que presentes, você ganhe objetivos e renovação de energias para sonhar ainda mais daqui pra frente.
Que você possa abraçar todos que ama seja ao vivo, pela internet ou em pensamento.
Que você possa agradecer pelo ano que teve independente de suas alegrias ou dificuldades, pois uma coisa é muito importante: ser grato ao universo por todo o aprendizado, pois não somos nada sozinhos.
Feliz Natal =)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Ah! Essas Estações!
Às vezes a gente se pergunta tanto e a resposta está bem debaixo do nosso nariz. Tem vezes que resistimos em entender o real significado de uma palavra, um olhar, um beijo ou um abraço porque temos medo de nos viciar na química que todo aquele pulsar de emoções produz. Ah! Se soubéssemos antes que ninguém chega ou parte das estações da vida por mero acaso do destino...
Parando para pensar na conexão com cada pessoa à sua volta, você percebe que nada é um evento isolado. Muitos caminhos precisaram se cruzar, outros precisaram se distanciar e ainda, muitos outros necessitarão começar para que essa coreografia que o destino faz no nosso cotidiano continue nos enchendo de harmonia. Mesmo que algumas vezes tudo pareça desmoronar.
Os conflitos familiares, as amizades eternas e as paixões fulminantes... Como sobreviver sem eles? Quem nunca teve um amor platônico na adolescência (ou fora dela), um coração partido, disse um adeus cheio de saudade no coração, desejou um abraço uma vez mais, chorou depois de uma briga com alguém que muito amava... Quem nunca riu até doer a barriga, se emocionou com uma vitória, torceu por um resultado, consolou um coração cheio de medo, ou vibrou com um diagnóstico médico satisfatório que não poderia ser outra coisa a não ser um verdadeiro milagre...
Eu gosto de acreditar que nos conhecemos muito mais de uma vez. E nos encontramos de tempos em tempos para crescermos juntos porque o que nos une é o amor. O amor que transcende, o amor que perdoa, o amor que esquece, o amor que perdura, o amor em todas as suas sublimes formas que vai muito além de qualquer barreira material. E com tantos encontros e desencontros, só fazemos fortalecer nossos laços enquanto o tempo passa depressa ou devagar.
Tem pessoas em minha vida que não precisam estar a todo instante ao alcance dos meus olhos para eu saber que estão dentro do meu coração e impressas na minha alma. Basta acontecer alguma coisa muito boa ou uma queda muito dolorida pra gente se unir de novo, segurar as mãos e ter fé... Fé em Deus, fé na vida, fé em nós mesmos. Juntos podemos superar qualquer coisa.
Eu posso dizer que presenciei muitos milagres neste ano. E o maior deles foi o milagre do amor. O amor, a solidariedade, a amizade, a confiança, a lealdade. Tudo isso fez o meu ano mais emocionante. E eu entendi que nada pode ser tão ruim que não seja capaz sequer de ensinar alguma coisa. Afinal de contas, (vou adotar uma expressão de alguém a quem quero muito bem) "uma derrota é uma meia vitória".
Parando para pensar na conexão com cada pessoa à sua volta, você percebe que nada é um evento isolado. Muitos caminhos precisaram se cruzar, outros precisaram se distanciar e ainda, muitos outros necessitarão começar para que essa coreografia que o destino faz no nosso cotidiano continue nos enchendo de harmonia. Mesmo que algumas vezes tudo pareça desmoronar.
Os conflitos familiares, as amizades eternas e as paixões fulminantes... Como sobreviver sem eles? Quem nunca teve um amor platônico na adolescência (ou fora dela), um coração partido, disse um adeus cheio de saudade no coração, desejou um abraço uma vez mais, chorou depois de uma briga com alguém que muito amava... Quem nunca riu até doer a barriga, se emocionou com uma vitória, torceu por um resultado, consolou um coração cheio de medo, ou vibrou com um diagnóstico médico satisfatório que não poderia ser outra coisa a não ser um verdadeiro milagre...
Eu gosto de acreditar que nos conhecemos muito mais de uma vez. E nos encontramos de tempos em tempos para crescermos juntos porque o que nos une é o amor. O amor que transcende, o amor que perdoa, o amor que esquece, o amor que perdura, o amor em todas as suas sublimes formas que vai muito além de qualquer barreira material. E com tantos encontros e desencontros, só fazemos fortalecer nossos laços enquanto o tempo passa depressa ou devagar.
Tem pessoas em minha vida que não precisam estar a todo instante ao alcance dos meus olhos para eu saber que estão dentro do meu coração e impressas na minha alma. Basta acontecer alguma coisa muito boa ou uma queda muito dolorida pra gente se unir de novo, segurar as mãos e ter fé... Fé em Deus, fé na vida, fé em nós mesmos. Juntos podemos superar qualquer coisa.
Eu posso dizer que presenciei muitos milagres neste ano. E o maior deles foi o milagre do amor. O amor, a solidariedade, a amizade, a confiança, a lealdade. Tudo isso fez o meu ano mais emocionante. E eu entendi que nada pode ser tão ruim que não seja capaz sequer de ensinar alguma coisa. Afinal de contas, (vou adotar uma expressão de alguém a quem quero muito bem) "uma derrota é uma meia vitória".
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
A Busca da Felicidade
A busca da felicidade é um termo tão agradável que com
frequência vira título de filme, de livro, de poesia. Mas você já se perguntou o que significa
buscar a felicidade? Afinal de contas o que é a felicidade? Tem receita pronta?
É ganhar na loteria, ter um cachorro, uma casa maior, passar no vestibular, ser
promovido, amar, ser amado? (...).
Eu gosto de acreditar que a felicidade é além de um
substantivo abstrato ao extremo, algo bastante peculiar a quem a detém. Tem que diga que ela está nos menores
detalhes da vida, tem quem diga que está ligada ao dinheiro, outros dizem que a
saúde é quem a traz. Na verdade acho que ninguém está completamente certo ou
errado. Tudo depende das prioridades de cada um.
Se você já alcançou outros objetivos na vida e de repente o
que lhe falta no momento é trocar de carro ou adquirir um, não significa que
você dê mais valor aos bens materiais do que à família. Não é porque você está
insatisfeito com a geladeira da cozinha que a sua vida se resume ao consumismo.
O ser humano vive de etapas e frequentemente está insatisfeito com algo que
procura mudar. E isso é bom, já pensou se nos conformássemos sempre com a vida
como ela é e não buscássemos evoluir em todos os sentidos?
O grande problema que vejo são os extremos. Tudo que é excesso
sobra como o próprio nome já diz. Mas ele não necessariamente vai sobrar ali
onde você está depositando tanta vontade de, por exemplo: torcer pelo seu time
de coração, ir à igreja, comprar perfumes. O fanatismo é facilmente mutável e
muitas vezes sobra (ou reflete) em outros setores da sua vida, como: na relação
familiar ou conjugal, nos estudos, na economia pessoal.
Mas existe alguém fanático em procurar a felicidade? Ô se
tem!
E muitas vezes penso que aquela pessoa com quem você não
aguenta sustentar uma conversa por cinco minutos sequer é um belo exemplo
disso. Porque nada funciona, nada dá certo, nada é bom o suficiente, ninguém é
o suficiente. Nem mesmo ser quem você é, é o suficiente. Aí vem um baita alerta
vermelho com campainha de ensurdecer.
Quais são suas prioridades? E muito importante: quais são
seus limites?
É possível que a felicidade de alguém possa ser a sua felicidade
também? Há quem já tenha me dito que dependendo da circunstância, não. Mas eu
continuo a discordar... Sabe a relação prioridade X limite? Pois é... Não
existe fórmula para a felicidade porque ela é um estado de espírito e não tem
como sentir a mesma coisa o tempo todo. Portanto quem diz que é feliz o tempo
todo, na verdade é bem resolvido consigo mesmo o tempo todo, são coisas
diferentes. Ambas necessárias e super válidas.
Mas ao me perguntar se estou em busca da felicidade, sei que
não estou. Estou em busca dos objetivos que tracei para o momento e que podem
mudar num piscar de olhos. Feliz, eu posso ser várias vezes ao dia, quantos
dias eu quiser. E não tem nada de complicado nisso.
domingo, 17 de junho de 2012
Amor é Tecnologia?
Mais uma vez venho aqui inspirada pelo amor.
Sabia que existem muitas formas de amar? Pois é, parece uma frase vazia mas tenho visto o quanto isso é verdade ultimamente.
Amor é só convivência? NÃO.
Amor é tecnologia? DEFINITIVAMENTE.
Explico: foi-se o tempo em que utilizar o telefone era essencial para informar as pessoas como vai a nossa vida ou fazer um convite de evento.
Hoje em dia, quem depende somente do telefone para se comunicar está mais do que ultrapassado.
Graças ao facebook que tem adquirido adeptos adolescentes e também da melhor idade em grande número, hoje podemos criar eventos como: chás de panela, chás de bebês, aniversários, despedidas e muito mais. E deixando o preconceito de lado, olhem como é muito mais interessante promover interação com pessoas que tem algo em comum mas não necessariamente se conhecem através de um evento na rede social. Essa pluralidade de informações em trânsito aproxima pessoas...
E por falar em aproximar, presenciei um caso muito interessante de pessoas que começaram com essa interação virtual e descobriram muitas outras coisas em comum. Repito, os tempos mudaram. E quem não aceita que relacionamentos sadios podem ser sustentados com subsídios da tecnologia está muito por fora da nossa realidade.
No entanto, parece um pouco complexo, mas ao mesmo tempo que aceitamos a internet para encurtar distâncias, saber que alguém vai partir dá um aperto no coração!
Claro! Somos humanos e não máquinas! Ainda sentimos falta daquela conversa ao pé do ouvido, daquele abraço apertado ou de um beijo apaixonado. E ainda bem que ainda conseguimos sentir saudades do sentimento. Significa que ainda podemos administrar nossa humanidade mesmo com tanta evolução tecnológica. Aos céticos, nem tudo está perdido...
Ainda assim, poder manter contato diário com quem está no país ao lado ou do outro lado do mundo nos ajuda a perceber o quanto o ser humano não pode (e não deve) viver só. Nós precisamos dessas relações interpessoais não importam de qual natureza. E se podemos sustentá-las através da tecnologia, por que nos privar?
A todos aqueles que tem alguém importante fora do alcance dos olhos, seja ele amigo, namorado, parceiro, familiar... Ame! Ame pela tela do computador, pelo celular, por twitt, post, SMS, pelo ar... Mas ame! Porque para o amor não existem fronteiras! A energia do amor se propaga pelo ar e até seu pensamento produz vibrações positivas a aqueles que lhe são caros.
E falo do amor em sua essência, não apenas da relação entre amantes. Existe amor também nas amizades, sobretudo quando há afinidade, cumplicidade, preocupação, cuidado, torcida, companheirismo.
Amar sempre vale a pena!
Sabia que existem muitas formas de amar? Pois é, parece uma frase vazia mas tenho visto o quanto isso é verdade ultimamente.
Amor é só convivência? NÃO.
Amor é tecnologia? DEFINITIVAMENTE.
Explico: foi-se o tempo em que utilizar o telefone era essencial para informar as pessoas como vai a nossa vida ou fazer um convite de evento.
Hoje em dia, quem depende somente do telefone para se comunicar está mais do que ultrapassado.
Graças ao facebook que tem adquirido adeptos adolescentes e também da melhor idade em grande número, hoje podemos criar eventos como: chás de panela, chás de bebês, aniversários, despedidas e muito mais. E deixando o preconceito de lado, olhem como é muito mais interessante promover interação com pessoas que tem algo em comum mas não necessariamente se conhecem através de um evento na rede social. Essa pluralidade de informações em trânsito aproxima pessoas...
E por falar em aproximar, presenciei um caso muito interessante de pessoas que começaram com essa interação virtual e descobriram muitas outras coisas em comum. Repito, os tempos mudaram. E quem não aceita que relacionamentos sadios podem ser sustentados com subsídios da tecnologia está muito por fora da nossa realidade.
No entanto, parece um pouco complexo, mas ao mesmo tempo que aceitamos a internet para encurtar distâncias, saber que alguém vai partir dá um aperto no coração!
Claro! Somos humanos e não máquinas! Ainda sentimos falta daquela conversa ao pé do ouvido, daquele abraço apertado ou de um beijo apaixonado. E ainda bem que ainda conseguimos sentir saudades do sentimento. Significa que ainda podemos administrar nossa humanidade mesmo com tanta evolução tecnológica. Aos céticos, nem tudo está perdido...
Ainda assim, poder manter contato diário com quem está no país ao lado ou do outro lado do mundo nos ajuda a perceber o quanto o ser humano não pode (e não deve) viver só. Nós precisamos dessas relações interpessoais não importam de qual natureza. E se podemos sustentá-las através da tecnologia, por que nos privar?
A todos aqueles que tem alguém importante fora do alcance dos olhos, seja ele amigo, namorado, parceiro, familiar... Ame! Ame pela tela do computador, pelo celular, por twitt, post, SMS, pelo ar... Mas ame! Porque para o amor não existem fronteiras! A energia do amor se propaga pelo ar e até seu pensamento produz vibrações positivas a aqueles que lhe são caros.
E falo do amor em sua essência, não apenas da relação entre amantes. Existe amor também nas amizades, sobretudo quando há afinidade, cumplicidade, preocupação, cuidado, torcida, companheirismo.
Amar sempre vale a pena!
domingo, 10 de junho de 2012
Vinte e Poucos Anos
Boa noite especial aos curitibanos de nascença ou vivência.
Esse clima que agradavelmente acompanhou nosso feriado influencia nosso humor inegavelmente.
Mas vamos à pauta de hoje...
Quem lembra daquela música "... Quero saber bem mais que os meus vinte e poucos anos..." ?
Quando eu era criança, parecia que ter vinte e poucos anos era ser super adulto. Era ter todas as coisas do mundo ao seu alcance, saber alguma coisa sobre tudo, ter a força de um leão e o poder de um rei.
Bem, um dia a gente cresce...
E crescer dói. Ultimamente tenho dito isso várias e várias vezes para várias e várias pessoas. Hoje estou dizendo pra mim. Porque parei para me lembrar de como eu achei que as coisas seriam hoje há 15 anos atrás, ou há 10 anos atrás, ou há 5 anos atrás.
Aí descobri que a gente nunca vai saber a resposta de tudo. A todo instante estamos fazendo escolhas e ponderando estatísticas. Aí a vida dá umas voltas e você vê que precisa mudar a trajetória de novo.
Então entendi que ser adulto é planejar algo que você ainda não sabe quantas vezes vai ter que reestruturar até que enfim possa realizar. É descobrir o valor de uma amizade quando aquela pessoa que você julgava ser a mais feliz do mundo fica sem chão. É entender que algumas pessoas são passageiras por mais presentes que elas estejam hoje - você enxerga quanto tempo isso ainda vai durar. Enquanto outras são eternas por mais que não estejam ao alcance dos olhos.
É ver que a corrupção não está só nos jornais e a trilha sonora da novela não é só ficção. É ter tantas dúvidas mas nunca perder a fé. É sentir saudade do gosto daquela bala da infância e ter a maturidade de não experimentá-la hoje esperando ter a mesma sensação, porque você não é mais aquela pessoa.
Ter vinte e poucos anos é entender em que ponto a sua adolescência acabou porque para cada um o timing é diferente. É mudar a forma de rezar e aumentar o tamanho da mala de viagem. Porque agora, somente a sua bagagem não te completa mais.
É questionar primeiro e fazer muito tempo depois. É pensar: "se naquela época eu tivesse a idade que tenho hoje, as coisas teriam sido diferentes".
E depois disso, entender que se as coisas não foram diferentes é porque você precisava de cada segundo que viveu até hoje exatamente da forma como eles foram...
domingo, 3 de junho de 2012
FURO MTV
Aí vai meu trabalho da pós para o módulo de Informação e Entretenimento. Certamente só vai interessar aos comunicadores =)
Análise do Programa: FURO MTV
Edição Analisada: programa que foi ao ar em 28/05/2012.
Perfil do Programa
Programa com veiculação diária, exibido às 22h no canal de TV aberta MTV, gravado, com duração de 30 minutos, divido em 3 blocos, gênero entretenimento satirizando o telejornal e formato noticiário.
O cenário virtual em forma de bancada é bem arrojado, porém simples para não concorrer com os apresentadores Dani Calabresa e Bento Ribeiro. As notícias são de cunho factual, cultural, personalidades e internacional e anunciadas com piadas e comentários bastante parciais.
As principais notícias que são destaques nos telejornais convencionais são apresentadas pelo Furo em forma de sátira. O programa inicia com escalada e as primeiras notícias são as de maior relevância social, geralmente do panorama nacional. Ao longo do programa também são tratados temas de menor relevância social sempre de forma ácida. No último bloco do programa entram as notícias que não tem nenhuma relevância social. A cada saída de bloco é feita a chamada das notícias do bloco seguinte.
A proporção de entretenimento e informação é 50% para cada. O mesmo tempo gasto para dar a notícia é utilizado em seguida para satirizar. São utilizados os seguintes recursos de edição: cobertura com imagens, simulação de link, BG, clack e os cortes de imagem são do padrão do telejornal.
Análise Crítica do Programa
Quanto ao público-alvo do programa, considerando o horário e a emissora de veiculação, ele atinge adolescentes e jovens, em menor proporção das classes AB e em grande parte da classe C. Os espectadores da MTV, geralmente não apresentam perfis que acompanham telejornais ou outros tipos de noticiário com atenção dedicada.
Na descrição do programa, foi apontado que ele apresenta a mesma quantidade de notícia e humor. No entanto, na prática, este programa é em sua essência de entretenimento e não de informação. E o que determina essa qualificação é a afirmação de que o repertório do público-alvo se distancia do factual e das notícias de alta relevância social. Desta forma, a essência da notícia não impacta o público, apenas serve de alavanca para a incorporação da piada no cotidiano do espectador.
Para a audiência cativa, a dinâmica do programa funciona como veiculação diária, e provavelmente por esse motivo, o programa está há quatro anos no ar. Já para a audiência secundária, estima-se que o excesso de sátira seja o fator que a impede de se tornar cativa.
Outra característica é a linha editorial que se mostra bastante semelhante ao gênero que o programa copia. Conforme o final do programa vai se aproximando, as notícias vão ficando cada vez mais genéricas e com menor teor factual.
Para a finalidade de entreter, o programa funciona. Mas como gênero de entretenimento, fica maçante quando os comentários são muito extensos e as notas não são cobertas. Como o humor predomina em todos os assuntos, essa característica de stand up comedy não é tão bem explorada na TV.
Em se tratando de audiovisual, sobretudo em programas gravados, a pós-produção poderia enriquecer as piadas de forma mais criativa, com outros recursos, como por exemplo: animação, montagem, simulação e a disposição desses elementos na tela também poderiam ser revistos. Nesta pesquisa, só foram identificadas fotografias que cobrem a tela inteira.
Concluindo, a ideia do programa é boa, mas a produção poderia ser repaginada agora que o programa já está há quatro anos no ar e já conquistou fidelização. Seria o momento para tentar inovar, inclusive no quesito interatividade.
domingo, 27 de maio de 2012
Mais Uma De Amor!
O mundo anda depressa. Se você parar para observar, verá que mesmo quando o maior problema que você já teve paira sobre sua cabeça, ainda assim o mundo não para. Enquanto o coração aperta e os olhos umedecem, o ritmo frenético do trânsito e da bolsa de valores continuam a uma velocidade esmagadora.
Mas isso também tem um lado bom... Às vezes, tudo o que precisamos é de algo que não nos deixe em paz. Ocupamos nosso tempo, pensamos em várias coisas que são nossas responsabilidades e de repente, não mais que de repente... "Aquilo" passou...
E como não falar da dor de amor...? Há quem já tenha amado intensamente até que o amor fosse interrompido por motivos de natureza humana ou transcendental. Há quem já teve um amor platônico e há quem tenha amado quando já era tarde demais.
Absolutamente tudo que completa nossa existência influencia em nossas escolhas e também em nossos medos. A superação desses medos afasta a insegurança e arranca as correntes que impedem nosso coração de viver o belo e o peculiar numa experiência totalmente nova. Feliz de quem enxerga isso a tempo...
Tem amor que jamais vai acabar porque sequer começou no tempo e no espaço. No entanto, ele também nunca vai terminar porque aquilo que o alimenta nunca será alcançado pela razão. Os anos passam e as pessoas mudam. E o amor que elas alimentam também muda... Ele cresce, amadurece junto com a sabedoria que só o tempo nos traz.
Então você consegue dar outra chance a você mesmo. Tem cicatrizes que nunca serão apagadas. Elas ficam ali guardadas e com o tempo você aprende a olhar pra elas e não mais enxergar tristeza. Aprende a ver superação. Lembra de quem você já foi o que você jamais quer voltar a ser... Olha para frente e aplica tudo isso em você mesmo.
Abrir o coração a novas experiências não significa que você tenha abandonado aquele sentimento que o fez conhecer a si mesmo tão bem. Mas tem horas que é preciso recomeçar... Há diversas formas de se amar uma pessoa e uma delas não requer reciprocidade. No entanto, a vida às vezes impõe fatores irreversíveis. E quando chegamos ao fim da linha é hora de repensar prioridades.
Falar de amor tende a ser mais fácil para quem está amando, sobretudo para quem é correspondido. Mas foi preciso coragem... Custou lágrimas, dores, escolhas erradas até exaurir o coração. Mas valeu a pena. Amar sempre vale a pena!
Mas isso também tem um lado bom... Às vezes, tudo o que precisamos é de algo que não nos deixe em paz. Ocupamos nosso tempo, pensamos em várias coisas que são nossas responsabilidades e de repente, não mais que de repente... "Aquilo" passou...
E como não falar da dor de amor...? Há quem já tenha amado intensamente até que o amor fosse interrompido por motivos de natureza humana ou transcendental. Há quem já teve um amor platônico e há quem tenha amado quando já era tarde demais.
Absolutamente tudo que completa nossa existência influencia em nossas escolhas e também em nossos medos. A superação desses medos afasta a insegurança e arranca as correntes que impedem nosso coração de viver o belo e o peculiar numa experiência totalmente nova. Feliz de quem enxerga isso a tempo...
Tem amor que jamais vai acabar porque sequer começou no tempo e no espaço. No entanto, ele também nunca vai terminar porque aquilo que o alimenta nunca será alcançado pela razão. Os anos passam e as pessoas mudam. E o amor que elas alimentam também muda... Ele cresce, amadurece junto com a sabedoria que só o tempo nos traz.
Então você consegue dar outra chance a você mesmo. Tem cicatrizes que nunca serão apagadas. Elas ficam ali guardadas e com o tempo você aprende a olhar pra elas e não mais enxergar tristeza. Aprende a ver superação. Lembra de quem você já foi o que você jamais quer voltar a ser... Olha para frente e aplica tudo isso em você mesmo.
Abrir o coração a novas experiências não significa que você tenha abandonado aquele sentimento que o fez conhecer a si mesmo tão bem. Mas tem horas que é preciso recomeçar... Há diversas formas de se amar uma pessoa e uma delas não requer reciprocidade. No entanto, a vida às vezes impõe fatores irreversíveis. E quando chegamos ao fim da linha é hora de repensar prioridades.
Falar de amor tende a ser mais fácil para quem está amando, sobretudo para quem é correspondido. Mas foi preciso coragem... Custou lágrimas, dores, escolhas erradas até exaurir o coração. Mas valeu a pena. Amar sempre vale a pena!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
EMPATIA
Comecemos:
Empatia - Forma de identificação intelectual ouafetiva de um sujeito com uma pessoa, uma idéia ou uma coisa. (Priberam).
Acho que isso traduz perfeitamente o que somos. Não, eu não estou falando do Amorzão, pelo menos não diretamente... Acontece que hoje fizemos 3 maravilhosos anos juntos. E eis que lá no meio da aula de Metodologia Científica na pós graduação, a sala é invadida por um ser (Jefferson) chamando a produção (Leticia, Silvia, Fabiana) que entra fazendo uma serenata: uma ao violão, outra cantando "Amor I Love You" da Marisa Monte e a terceira segurando um lindo (e apetitoso) bolo em forma de coração!
Gente, foi lindo! Nos conhecemos há menos de dois meses e essa turma carinhosamente apelidada por nós mesmos de Coração Peludo já demonstra muito amor! =)
O que vocês fizeram por nós hoje foi uma imensa demonstração de carinho e ficamos muito emocionados com a surpresa!
Eu particularmente posso dizer que Deus tem sido muito generoso comigo colocando pessoas tão amáveis em minha vida nesses últimos tempos. E vocês estão nesta lista! Não sou pessoa de muitos amigos. Demoro para confiar, não gosto de elogios gratuitos e sorrisos demasiados.
Mas vocês... Ah, vocês são espetaculares! Me conquistaram à primeira vista e sinto como se nos conhecêssemos há muitos e muitos anos.
E pensar que o que nos uniu foi uma conversa no estacionamento que se estendeu para o bar. Claro, o bar sempre participa de bons relacionamentos e conosco não poderia ser diferente, né? Comunicadores bons de papo não dispensam uma cerveja geladinha, mesmo que ela seja a Santa Cerva...
Sem ignorar as amizades mais antigas que tenho, vou concluir que sou uma pessoa MUITO feliz porque tenho ao meu redor pessoas iluminadas!!
Obrigada pelo dia de hoje, Turma do Coração Peludo!!! Vocês são demais!!!! E moram no meu coraçãozinho peludo!
Empatia - Forma de identificação intelectual ou
Acho que isso traduz perfeitamente o que somos. Não, eu não estou falando do Amorzão, pelo menos não diretamente... Acontece que hoje fizemos 3 maravilhosos anos juntos. E eis que lá no meio da aula de Metodologia Científica na pós graduação, a sala é invadida por um ser (Jefferson) chamando a produção (Leticia, Silvia, Fabiana) que entra fazendo uma serenata: uma ao violão, outra cantando "Amor I Love You" da Marisa Monte e a terceira segurando um lindo (e apetitoso) bolo em forma de coração!
Gente, foi lindo! Nos conhecemos há menos de dois meses e essa turma carinhosamente apelidada por nós mesmos de Coração Peludo já demonstra muito amor! =)
O que vocês fizeram por nós hoje foi uma imensa demonstração de carinho e ficamos muito emocionados com a surpresa!
Eu particularmente posso dizer que Deus tem sido muito generoso comigo colocando pessoas tão amáveis em minha vida nesses últimos tempos. E vocês estão nesta lista! Não sou pessoa de muitos amigos. Demoro para confiar, não gosto de elogios gratuitos e sorrisos demasiados.
Mas vocês... Ah, vocês são espetaculares! Me conquistaram à primeira vista e sinto como se nos conhecêssemos há muitos e muitos anos.
E pensar que o que nos uniu foi uma conversa no estacionamento que se estendeu para o bar. Claro, o bar sempre participa de bons relacionamentos e conosco não poderia ser diferente, né? Comunicadores bons de papo não dispensam uma cerveja geladinha, mesmo que ela seja a Santa Cerva...
Sem ignorar as amizades mais antigas que tenho, vou concluir que sou uma pessoa MUITO feliz porque tenho ao meu redor pessoas iluminadas!!
Obrigada pelo dia de hoje, Turma do Coração Peludo!!! Vocês são demais!!!! E moram no meu coraçãozinho peludo!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Ah! O Amor...
Olá, queridos leitores!
Hoje eu quero falar de amor. Mas não há uma forma de falar de amor sem antes falar de respeito. Algum dia você já ouviu alguém dizer que amor e respeito andam juntos? Se já ouviu, sinto informar mas te enganaram... O respeito anda (ou pelo menos deveria) à frente do amor.
Estou assim nesse clima romântico porque estou às vésperas de completar 3 anos de relacionamento com um homem maravilhoso (sim, este merece adulação). E nestes anos pude notar algumas características que são fundamentais para o sucesso dessa relação. E são elas que quero compartilhar.
É bom e essencial quando a gente tem aquela atração apaixonante que faz a gente contar até os minutos para estar com aquela pessoa. Mas só isso não basta. A vida (especialmente a minha) é cheia de desafios e às vezes a gente cai de cara no chão. E nessas horas você precisa de apoio, de consolo, de colo, de carinho, de amizade e parceria e não de sexo. E são raras as pessoas nesse mundo dispostas a compartilhar - sobretudo com os parceiros - a dor e a alegria de viver colocando seus próprios desejos em segundo plano por um breve momento.
O amor verdadeiro também é composto por caridade. E a caridade não se limita a doações de dinheiro ou bens. A caridade de sentimento é a mais nobre atitude que alguém pode ter para com o outro. É o entender de uma crise e ter paciência diante da impaciência e do medo que o outro está vivendo ao invés de gritar e cobrar atenção exclusiva. É chegar junto a um estado de exaustão e sorrir substituindo qualquer palavra.
O respeito não é só do espaço, da privacidade, dos sentimentos. O respeito é também pela pessoa que o outro é e que ainda tenta delicadamente moldar para que a vida seja mais leve. Quando você respeita o seu parceiro primeiramente pelo ser humano que ele é antes de qualificá-lo como alguém que possui um vínculo com você, a admiração mútua cresce cada dia mais. E você vibra com as vitórias ao invés de ter inveja ou achar que você deveria ser e ter mais do que ele.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Sementinha !!!
Olá, queridos leitores !!
É com muita alegria que informo o nascimento do João Marcelo!! Meu sobrinho fofo que nasceu em 25/02/2012 às 22h18min.
O que quero compartilhar hoje é o milagre da vida. Sim, pois só quem acompanha uma gestação pelo lado de fora consegue compreender legitimamente como é um milagre o fato de estarmos todos aqui povoando o mundo, tatuados, tomando uma cerveja no bar.
A primeira ecografia nos mostrou um início de vida que apelidamos carinhosamente de "feijãozinho". Era um feijãozinho com 2 cm, mas acreditem: tinha um coração ali batendo muito forte. E olhem que coisa engraçada, a primeira coisa que somos na vida é um CORAÇÃO. Mas muitas vezes esquecemos disso depois que crescemos e adquirimos pernas e braços também.
Depois ele virou nosso "etezinho". E vibramos com cada pedacinho do seu corpinho minúsculo que se formava. E os meses se passaram, vimos uma ecografia 4D que mostrou todos os traços do seu rostinho lindo. E finalmente no último capítulo ainda dentro da barriga da sua mamãe vimos que ele tinha um pezão medindo 7,5 cm e os seus "documentos" estavam ali à mostra o tempo todo para quem quisesse ver seus cromossomos X + Y.
Nós começamos sendo um coração batendo forte. E não é a nossa cor, nosso sexo, nossa crença, nossa roupa ou uma tatuagem que vai determinar o que este coração (que é nove meses mais velho que nós mesmos) carrega dentro dele. Piegas? Pode ser... Mas é uma verdade irrefutável.
Nós somos quem somos doa a quem doer. E tudo o que espalhamos por aí volta em dobro para nós. Tudo mesmo. Então quando bater aquela raiva incontrolável e aquela vontade de praguejar as 8 gerações de alguém, vamos nos lembrar que somos primeiro coração e que tem muita gente por aí que não vale a energia dispersada num pensamento negativo, muito menos a dívida que nós mesmos adquirimos ao pensar mal de alguém.
Deixe esse coração bater forte por quem merece!!! E cuide dele com muito amor, pois lembre-se: ele é mais velho que o seu corpo cheio de membros.
É com muita alegria que informo o nascimento do João Marcelo!! Meu sobrinho fofo que nasceu em 25/02/2012 às 22h18min.
O que quero compartilhar hoje é o milagre da vida. Sim, pois só quem acompanha uma gestação pelo lado de fora consegue compreender legitimamente como é um milagre o fato de estarmos todos aqui povoando o mundo, tatuados, tomando uma cerveja no bar.
A primeira ecografia nos mostrou um início de vida que apelidamos carinhosamente de "feijãozinho". Era um feijãozinho com 2 cm, mas acreditem: tinha um coração ali batendo muito forte. E olhem que coisa engraçada, a primeira coisa que somos na vida é um CORAÇÃO. Mas muitas vezes esquecemos disso depois que crescemos e adquirimos pernas e braços também.
Depois ele virou nosso "etezinho". E vibramos com cada pedacinho do seu corpinho minúsculo que se formava. E os meses se passaram, vimos uma ecografia 4D que mostrou todos os traços do seu rostinho lindo. E finalmente no último capítulo ainda dentro da barriga da sua mamãe vimos que ele tinha um pezão medindo 7,5 cm e os seus "documentos" estavam ali à mostra o tempo todo para quem quisesse ver seus cromossomos X + Y.
Nós começamos sendo um coração batendo forte. E não é a nossa cor, nosso sexo, nossa crença, nossa roupa ou uma tatuagem que vai determinar o que este coração (que é nove meses mais velho que nós mesmos) carrega dentro dele. Piegas? Pode ser... Mas é uma verdade irrefutável.
Nós somos quem somos doa a quem doer. E tudo o que espalhamos por aí volta em dobro para nós. Tudo mesmo. Então quando bater aquela raiva incontrolável e aquela vontade de praguejar as 8 gerações de alguém, vamos nos lembrar que somos primeiro coração e que tem muita gente por aí que não vale a energia dispersada num pensamento negativo, muito menos a dívida que nós mesmos adquirimos ao pensar mal de alguém.
Deixe esse coração bater forte por quem merece!!! E cuide dele com muito amor, pois lembre-se: ele é mais velho que o seu corpo cheio de membros.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Sobre o Andre Lopes...
Um fato me fez ter vontade de compartilhar idéias aqui novamente. Esta semana a torcida rubro-negra ficou triste. Perdeu um grande torcedor. E uma família perdeu um grande membro. Não, eu não conhecia o Andre, mas por algum motivo, naquela noite de 02 de fevereiro antes de dormir eu fui (como de costume) dar uma última olhadinha no facebook e uma notícia me entristeceu muito. Um jovem de 21 anos saiu de casa para torcer pelo seu time de coração e não voltou mais. Vibrou com 4 gols e uma vitória espetacular do Furacão mas assim como os outros quase 4 mil torcedores foi completamente esquecido pelas autoridades locais e partiu de forma trágica e estúpida ao atravessar uma BR.
Dentro dos meus princípios espíritas kardecistas, entendo que não viemos a esse mundo a passeio e todos nós temos data e hora para regressar. No entanto, essa é a última coisa que a família dele vai conseguir processar agora, tenho certeza. Eu sei o que é uma família com saudade de gente jovem. A recuperação é difícil e a gente sente muita falta mesmo. Não sei se a partida do Andre foi no momento que ele precisava ou se foi abreviada, porém de qualquer forma serve de exemplo para deixarmos de ser acomodados.
Curitiba vai sediar a COPA DO MUNDO. E deve isso ao estádio do Atlético. Brincadeiras à parte (sou coxa), com meio estádio ou não, foi o único apto a sofrer reformas para um evento desse porte. As calçadas estão sendo trocadas em virtude disso também (apesar de todas as pessoas que já se acidentaram nas pedras soltas no passado e nunca ninguém tomou uma providência). Bilhões ainda serão injetados nesta cidade até o início da copa. E mais bilhões serão depois com o turismo.
E por que os torcedores do Atlético tem que ser tratados como lixo?
De que adianta encher os terminais de policiais em dia de ATLETIBA e obrigar quase 4 mil torcedores a atravessar a BR em horário de rush sem qualquer auxílio das autoridades de trânsito?
Não vou entrar no mérito da briga na justiça pelo direito de jogar no Couto Pereira. A rivalidade entre os dois clubes sempre existiu e não ia acabar agora. A verdadeira responsabilidade de oferecer boas condições ao clube é da prefeitura que vai ganhar muito com a cessão do estádio.
Nada nesse momento pode aliviar a dor dessa família a não ser ter fé. Mas o Andre está bem. Em fatalidades como esta, existe uma equipe preparada para receber os desencarnados e orientá-los. Sim, eu creio em vida após a morte e é isso que salva a minha família há 15 anos desde que perdemos o Marcelo (aos 23).
O que eu concluo disso tudo é que acontecimentos como este que mudam o rumo da vida de várias pessoas não podem simplesmente passar em branco. Passou da hora de exigirmos nosso direito de sermos tratados com respeito. É o nosso dinheiro que mantém todas essas repartições que negligenciam nosso bem estar todos os dias.
Chega de pão e circo até porque, ultimamente é só o circo mesmo que tem passado por nós.
Dentro dos meus princípios espíritas kardecistas, entendo que não viemos a esse mundo a passeio e todos nós temos data e hora para regressar. No entanto, essa é a última coisa que a família dele vai conseguir processar agora, tenho certeza. Eu sei o que é uma família com saudade de gente jovem. A recuperação é difícil e a gente sente muita falta mesmo. Não sei se a partida do Andre foi no momento que ele precisava ou se foi abreviada, porém de qualquer forma serve de exemplo para deixarmos de ser acomodados.
Curitiba vai sediar a COPA DO MUNDO. E deve isso ao estádio do Atlético. Brincadeiras à parte (sou coxa), com meio estádio ou não, foi o único apto a sofrer reformas para um evento desse porte. As calçadas estão sendo trocadas em virtude disso também (apesar de todas as pessoas que já se acidentaram nas pedras soltas no passado e nunca ninguém tomou uma providência). Bilhões ainda serão injetados nesta cidade até o início da copa. E mais bilhões serão depois com o turismo.
E por que os torcedores do Atlético tem que ser tratados como lixo?
De que adianta encher os terminais de policiais em dia de ATLETIBA e obrigar quase 4 mil torcedores a atravessar a BR em horário de rush sem qualquer auxílio das autoridades de trânsito?
Não vou entrar no mérito da briga na justiça pelo direito de jogar no Couto Pereira. A rivalidade entre os dois clubes sempre existiu e não ia acabar agora. A verdadeira responsabilidade de oferecer boas condições ao clube é da prefeitura que vai ganhar muito com a cessão do estádio.
Nada nesse momento pode aliviar a dor dessa família a não ser ter fé. Mas o Andre está bem. Em fatalidades como esta, existe uma equipe preparada para receber os desencarnados e orientá-los. Sim, eu creio em vida após a morte e é isso que salva a minha família há 15 anos desde que perdemos o Marcelo (aos 23).
O que eu concluo disso tudo é que acontecimentos como este que mudam o rumo da vida de várias pessoas não podem simplesmente passar em branco. Passou da hora de exigirmos nosso direito de sermos tratados com respeito. É o nosso dinheiro que mantém todas essas repartições que negligenciam nosso bem estar todos os dias.
Chega de pão e circo até porque, ultimamente é só o circo mesmo que tem passado por nós.
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