Olá, queridos leitores !!
É com muita alegria que informo o nascimento do João Marcelo!! Meu sobrinho fofo que nasceu em 25/02/2012 às 22h18min.
O que quero compartilhar hoje é o milagre da vida. Sim, pois só quem acompanha uma gestação pelo lado de fora consegue compreender legitimamente como é um milagre o fato de estarmos todos aqui povoando o mundo, tatuados, tomando uma cerveja no bar.
A primeira ecografia nos mostrou um início de vida que apelidamos carinhosamente de "feijãozinho". Era um feijãozinho com 2 cm, mas acreditem: tinha um coração ali batendo muito forte. E olhem que coisa engraçada, a primeira coisa que somos na vida é um CORAÇÃO. Mas muitas vezes esquecemos disso depois que crescemos e adquirimos pernas e braços também.
Depois ele virou nosso "etezinho". E vibramos com cada pedacinho do seu corpinho minúsculo que se formava. E os meses se passaram, vimos uma ecografia 4D que mostrou todos os traços do seu rostinho lindo. E finalmente no último capítulo ainda dentro da barriga da sua mamãe vimos que ele tinha um pezão medindo 7,5 cm e os seus "documentos" estavam ali à mostra o tempo todo para quem quisesse ver seus cromossomos X + Y.
Nós começamos sendo um coração batendo forte. E não é a nossa cor, nosso sexo, nossa crença, nossa roupa ou uma tatuagem que vai determinar o que este coração (que é nove meses mais velho que nós mesmos) carrega dentro dele. Piegas? Pode ser... Mas é uma verdade irrefutável.
Nós somos quem somos doa a quem doer. E tudo o que espalhamos por aí volta em dobro para nós. Tudo mesmo. Então quando bater aquela raiva incontrolável e aquela vontade de praguejar as 8 gerações de alguém, vamos nos lembrar que somos primeiro coração e que tem muita gente por aí que não vale a energia dispersada num pensamento negativo, muito menos a dívida que nós mesmos adquirimos ao pensar mal de alguém.
Deixe esse coração bater forte por quem merece!!! E cuide dele com muito amor, pois lembre-se: ele é mais velho que o seu corpo cheio de membros.
Há duas coisas que não voltam: a pedra atirada e a palavra proferida. Para nossa sorte, a palavra proferida ganha diferentes significados ao longo do tempo.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Sobre o Andre Lopes...
Um fato me fez ter vontade de compartilhar idéias aqui novamente. Esta semana a torcida rubro-negra ficou triste. Perdeu um grande torcedor. E uma família perdeu um grande membro. Não, eu não conhecia o Andre, mas por algum motivo, naquela noite de 02 de fevereiro antes de dormir eu fui (como de costume) dar uma última olhadinha no facebook e uma notícia me entristeceu muito. Um jovem de 21 anos saiu de casa para torcer pelo seu time de coração e não voltou mais. Vibrou com 4 gols e uma vitória espetacular do Furacão mas assim como os outros quase 4 mil torcedores foi completamente esquecido pelas autoridades locais e partiu de forma trágica e estúpida ao atravessar uma BR.
Dentro dos meus princípios espíritas kardecistas, entendo que não viemos a esse mundo a passeio e todos nós temos data e hora para regressar. No entanto, essa é a última coisa que a família dele vai conseguir processar agora, tenho certeza. Eu sei o que é uma família com saudade de gente jovem. A recuperação é difícil e a gente sente muita falta mesmo. Não sei se a partida do Andre foi no momento que ele precisava ou se foi abreviada, porém de qualquer forma serve de exemplo para deixarmos de ser acomodados.
Curitiba vai sediar a COPA DO MUNDO. E deve isso ao estádio do Atlético. Brincadeiras à parte (sou coxa), com meio estádio ou não, foi o único apto a sofrer reformas para um evento desse porte. As calçadas estão sendo trocadas em virtude disso também (apesar de todas as pessoas que já se acidentaram nas pedras soltas no passado e nunca ninguém tomou uma providência). Bilhões ainda serão injetados nesta cidade até o início da copa. E mais bilhões serão depois com o turismo.
E por que os torcedores do Atlético tem que ser tratados como lixo?
De que adianta encher os terminais de policiais em dia de ATLETIBA e obrigar quase 4 mil torcedores a atravessar a BR em horário de rush sem qualquer auxílio das autoridades de trânsito?
Não vou entrar no mérito da briga na justiça pelo direito de jogar no Couto Pereira. A rivalidade entre os dois clubes sempre existiu e não ia acabar agora. A verdadeira responsabilidade de oferecer boas condições ao clube é da prefeitura que vai ganhar muito com a cessão do estádio.
Nada nesse momento pode aliviar a dor dessa família a não ser ter fé. Mas o Andre está bem. Em fatalidades como esta, existe uma equipe preparada para receber os desencarnados e orientá-los. Sim, eu creio em vida após a morte e é isso que salva a minha família há 15 anos desde que perdemos o Marcelo (aos 23).
O que eu concluo disso tudo é que acontecimentos como este que mudam o rumo da vida de várias pessoas não podem simplesmente passar em branco. Passou da hora de exigirmos nosso direito de sermos tratados com respeito. É o nosso dinheiro que mantém todas essas repartições que negligenciam nosso bem estar todos os dias.
Chega de pão e circo até porque, ultimamente é só o circo mesmo que tem passado por nós.
Dentro dos meus princípios espíritas kardecistas, entendo que não viemos a esse mundo a passeio e todos nós temos data e hora para regressar. No entanto, essa é a última coisa que a família dele vai conseguir processar agora, tenho certeza. Eu sei o que é uma família com saudade de gente jovem. A recuperação é difícil e a gente sente muita falta mesmo. Não sei se a partida do Andre foi no momento que ele precisava ou se foi abreviada, porém de qualquer forma serve de exemplo para deixarmos de ser acomodados.
Curitiba vai sediar a COPA DO MUNDO. E deve isso ao estádio do Atlético. Brincadeiras à parte (sou coxa), com meio estádio ou não, foi o único apto a sofrer reformas para um evento desse porte. As calçadas estão sendo trocadas em virtude disso também (apesar de todas as pessoas que já se acidentaram nas pedras soltas no passado e nunca ninguém tomou uma providência). Bilhões ainda serão injetados nesta cidade até o início da copa. E mais bilhões serão depois com o turismo.
E por que os torcedores do Atlético tem que ser tratados como lixo?
De que adianta encher os terminais de policiais em dia de ATLETIBA e obrigar quase 4 mil torcedores a atravessar a BR em horário de rush sem qualquer auxílio das autoridades de trânsito?
Não vou entrar no mérito da briga na justiça pelo direito de jogar no Couto Pereira. A rivalidade entre os dois clubes sempre existiu e não ia acabar agora. A verdadeira responsabilidade de oferecer boas condições ao clube é da prefeitura que vai ganhar muito com a cessão do estádio.
Nada nesse momento pode aliviar a dor dessa família a não ser ter fé. Mas o Andre está bem. Em fatalidades como esta, existe uma equipe preparada para receber os desencarnados e orientá-los. Sim, eu creio em vida após a morte e é isso que salva a minha família há 15 anos desde que perdemos o Marcelo (aos 23).
O que eu concluo disso tudo é que acontecimentos como este que mudam o rumo da vida de várias pessoas não podem simplesmente passar em branco. Passou da hora de exigirmos nosso direito de sermos tratados com respeito. É o nosso dinheiro que mantém todas essas repartições que negligenciam nosso bem estar todos os dias.
Chega de pão e circo até porque, ultimamente é só o circo mesmo que tem passado por nós.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
VIVA O AMORZÃO!!! =D
Hoje é um dia muito especial! É aniversário do meu Amorzão, meu lindo, meu TDB que mora no meu S2. (uahuaha)
Dedico este post ao melhor namorado do mundo. Meu companheiro, amigo, confidente. Aquele que está ao meu lado nos melhores e nos piores momentos. Que me enxerga como um todo, levando em consideração não apenas minha qualificação enquanto namorada, mas acima de tudo que me respeita como ser humano.
Amorzão, você foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos! E foi meu melhor investimento também, hehe. Como foram importantes aquelas conversas no msn, aqueles trabalhos cansativos e intermináveis que gravamos, editamos e apresentamos juntos. Hoje sei que sou tão feliz porque estávamos no lugar certo e na hora certa!
Que hoje o seu dia seja especial, apesar do clima super curitibano que vejo da minha janela!
E que neste ciclo que se encerra, os lucros tenham sido maiores que os prejuízos e que as suas energias se renovem para recomeçar somando cada vez mais vitórias!
E se tudo der errado em nossas vidas, podemos virar confeiteiros! Viva o nosso bolo, que todo mundo quer um pedaço!
PS: tá tocando aquela música do Nando Reis que fala do All Star azul, do 12º andar, que seria estranho se eu não me apaixonasse por você... Sabe né? ;)
Te Amo maior que o universo infinitas vezes! Beijos da sua Amorzona!
Dedico este post ao melhor namorado do mundo. Meu companheiro, amigo, confidente. Aquele que está ao meu lado nos melhores e nos piores momentos. Que me enxerga como um todo, levando em consideração não apenas minha qualificação enquanto namorada, mas acima de tudo que me respeita como ser humano.
Amorzão, você foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos! E foi meu melhor investimento também, hehe. Como foram importantes aquelas conversas no msn, aqueles trabalhos cansativos e intermináveis que gravamos, editamos e apresentamos juntos. Hoje sei que sou tão feliz porque estávamos no lugar certo e na hora certa!
Que hoje o seu dia seja especial, apesar do clima super curitibano que vejo da minha janela!
E que neste ciclo que se encerra, os lucros tenham sido maiores que os prejuízos e que as suas energias se renovem para recomeçar somando cada vez mais vitórias!
E se tudo der errado em nossas vidas, podemos virar confeiteiros! Viva o nosso bolo, que todo mundo quer um pedaço!
PS: tá tocando aquela música do Nando Reis que fala do All Star azul, do 12º andar, que seria estranho se eu não me apaixonasse por você... Sabe né? ;)
Te Amo maior que o universo infinitas vezes! Beijos da sua Amorzona!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
ÓTV - Você liga, liga você.
A proposta de mercado da ÓTV é bastante clara: um canal para tratar exclusivamente dos assuntos que interessam aos moradores da região de Curitiba. Um canal totalmente voltado à comunidade que procura suprir as necessidades intrínsecas da população no âmbito da economia, cultura, saúde e outros serviços que a TV aberta não tem disponibilidade de oferecer de forma tão direcionada. Posicionada no canal 23 somente na NET Digital, a ÓTV custou R$ 25 milhões em investimento e atende um público bastante segmentado apesar da operadora NET ter sido escolhida justamente por atingir em maior número o público-alvo desejado.
A necessidade secundária para a criação dessa plataforma foi o complemento que a TV a cabo traz ao grupo GRPCOM que já conta com dois jornais impressos (Gazeta Do Povo e Folha de Londrina), duas emissoras de rádio (Mundo Livre e 98FM), um portal eletrônico (G1) e uma emissora de TV afiliada à Rede Globo (RPC). Como forma de acompanhar a evolução das mídias, a ÓTV procura conquistar o público com uma programação criativa e repleta de elementos que ressaltam a identidade cultural do curitibano.
O espaço publicitário foi cuidadosamente estudado e não compete com a TV aberta para manter o equilíbrio e as particularidades de cada um dos canais (ÓTV e RPC). A procura dos anunciantes por um espaço na grade nesta fase inicial de implantação, superou as expectativas e já é um dos primeiros pontos positivos do projeto.
Neste primeiro momento, a programação está concentrada no período das 17h à 00h – horário nobre da TV a cabo. Acredita-se que através da medição do gosto do público neste horário seja possível chegar a resultados mais precisos quanto a aceitação dos produtos veiculados bem como os pontos positivos e negativos dos programas-piloto. Ao todo são 28 programas que se dividem em veiculações diárias e semanais distribuídos nos gêneros de jornalismo, entretenimento, esportes, humor, música e entrevistas. Isso sem contar os programetes inseridos ao longo da grade que trazem informações de utilidade pública, curiosidades e peculiaridades da cidade de Curitiba.
Mas o que acontece durante o outro período em que estes programas não estão no ar? São exibidas imagens em tempo real de câmeras espalhadas pela cidade cobertas por um lettering com as principais manchetes da Gazeta do Povo e do portal G1 enquanto a programação da rádio Mundo Livre comanda a trilha sonora. Durante essas intervenções, pode haver o flagrante de um furo de reportagem em algum lugar da cidade. Caso isto ocorra, a equipe de jornalismo assume o horário para passar detalhadamente as informações.
A iniciativa do projeto partiu do ponto de vista de seus criadores acerca das necessidades midiáticas da comunidade. Essa primeira percepção foi comprovada através de pesquisas que mostraram que havia interesse da população em ter um canal voltado à identidade local. A escolha do nome veio de uma idéia bastante simples porém não menos criativa. Não há quem não conheça o símbolo universal de liga/desliga dos controles remotos de aparelhos eletrônicos. Aquele círculo com um risco vertical na parte superior forma o “Ó”. Juntando com TV, fica um nome curto e sonoro complementado pela assinatura: “ÓTV – Você liga, liga você”.
Outras características indiretas da ÓTV são um grande sinalizador de mercado para profissionais de jornalismo e Rádio/TV. Essa plataforma visa formar profissionais para a RPC proporcionando o primeiro emprego para recém formados e oferecendo mais oportunidades especificamente para os radialistas (profissionais da radiodifusão que atuam tanto no rádio como na TV). Também proporcionou aos seus idealizadores a experiência de criar uma TV do zero com total autonomia sem as restrições normalmente impostas às sucursais pelas grandes redes como forma de padronizar a marca. Essa condição além de sedutora foi um grande desafio, pois exigiu muita análise de mercado, que por sua vez, resultou no aprofundamento do conhecimento na produção de TV.
Para quem já trabalhava nos bastidores dos estúdios, a ÓTV trouxe outra novidade: a inversão de papéis cedendo espaço à frente das câmeras aos profissionais que outrora participavam apenas da produção. Figuras já conhecidas pelo público como Herivelto Oliveira e Dulcinéia Novaes também estão na ÓTV em programas totalmente irreverentes podendo viver experiências diferentes do telejornalismo proposto pela RPC.
Os programas que se destacarem no canal a cabo terão espaço reservado na TV aberta para veiculação ao grande público. Essa é mais uma função da ÓTV: servir como oficina de profissionais e também teste para novos programas. Uma outra particularidade é a transmissão de esportes variados que normalmente não são veiculados em TV aberta como por exemplo o futsal.
Trabalhar este nicho de forma tão recortada dedicando-se a um universo tão restrito requer ousadia, porém é um importante passo para a diversificação dos padrões existentes hoje na TV a cabo. Aliado a tudo isso ainda há a preocupação de não deixar a interatividade de lado. Atualmente a ÓTV está nas principais redes sociais, possui uma plataforma de e-mail para obter o retorno do público e está aberta a críticas e sugestões.
Minha pergunta ao Marcelo Dias (diretor de Jornalismo) em sua palestra no último dia 18 do mês corrente, foi sobre a existência ou não de algum projeto para trazer o meio acadêmico para a tela da TV. Em resposta, ele afirmou que este interesse existe, porém nesta fase de implantação ainda é inviável. E como não está prevista a comercialização da grade horária para programas produzidos por terceiros, por ora nos resta aguardar.
A ÓTV chegou e veio com força total disposta a cativar o público curitibano que é bem conhecido por seu alto grau de exigência em TV. Antes de ser uma grande conquista para o grupo GRPCOM, esta iniciativa marca a fase de inovações e abertura efetiva do mercado aos profissionais de Comunicação Social, o que era uma das promessas da TV digital no Brasil.
Por Bruna de Oliveira7º Período de Rádio/TV - UTP
Relatório valendo 1 ponto + presença na aula de laboratório de Rádio.
sábado, 9 de abril de 2011
Cada Um Sabe...
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Caetano já dizia...
Hoje o post vai ser curto. Me lembrei de um e-mail interessante que recebi uma vez da psicóloga Maria Marta Ferreira (que participava do 91 Minutos). Entre outras coisas falávamos sobre a forma como terminamos um relacionamento. E ela mencionou essa parte da música de Caetano Veloso.
O fato é que a nossa dor não precisa ser curtida pelos outros também. Acabou? Tudo tem um prazo de validade na vida, algumas coisas duram mais e outras duram menos... Mas um dia tudo sempre acaba... E temos o nosso direito de sentir e curtir a nossa dor porque passado um tempo ela também vai acabar... O que eu acho injusto e egoísta é querer que aquele que se foi partilhe a nossa dor quando não temos nada mais para compartilhar.
Eu já fui quem partiu e já fui quem ficou. Ambas as coisas são difíceis, mas eu sempre escolhi caminhar em frente e por isso hoje posso dizer que sou feliz com as escolhas que fiz. Não mudaria nada que passou. Nem as pessoas, nem as circunstâncias. Porque tudo isso faz parte do meu repertório e cada grande dor ou felicidade contribuiu para que eu não repetisse os mesmos erros e aprendesse a amar de várias formas diferentes.
Hoje o post vai ser curto. Me lembrei de um e-mail interessante que recebi uma vez da psicóloga Maria Marta Ferreira (que participava do 91 Minutos). Entre outras coisas falávamos sobre a forma como terminamos um relacionamento. E ela mencionou essa parte da música de Caetano Veloso.
O fato é que a nossa dor não precisa ser curtida pelos outros também. Acabou? Tudo tem um prazo de validade na vida, algumas coisas duram mais e outras duram menos... Mas um dia tudo sempre acaba... E temos o nosso direito de sentir e curtir a nossa dor porque passado um tempo ela também vai acabar... O que eu acho injusto e egoísta é querer que aquele que se foi partilhe a nossa dor quando não temos nada mais para compartilhar.
Eu já fui quem partiu e já fui quem ficou. Ambas as coisas são difíceis, mas eu sempre escolhi caminhar em frente e por isso hoje posso dizer que sou feliz com as escolhas que fiz. Não mudaria nada que passou. Nem as pessoas, nem as circunstâncias. Porque tudo isso faz parte do meu repertório e cada grande dor ou felicidade contribuiu para que eu não repetisse os mesmos erros e aprendesse a amar de várias formas diferentes.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Don't Add As Friend
Quantas vezes você já ouviu dizer que o mundo dá voltas e a vida se recicla? Muitas, aposto. Mas quantas vezes efetivamente você já percebeu um novo cilco começar? Hoje em dia, com tantos artifícios que a tecnologia aliada à comunicação nos traz temos muita informação em tempo real. Mas não falo do noticiário. Falo das informações que antigamente jamais chegariam ao nosso conhecimento após sete ou dez anos de hiato numa relação interpessoal.
As redes sociais, por exemplo, nos permitem encontrar pessoas que fizeram parte da nossa história há um teeeeeeeempão atrás. Algumas nem foram tão importantes assim, mas nos remetem aos bons tempos de colégio ou faculdade, nos fazem lembrar daquele bairro onde crescemos, daquelas pessoas que tocavam todas as campainhas da rua e saíam correndo depois. Aquele vizinho da terceira casa da rua pode não ter sido tão importante, mas a pessoa que você era naquela época é. Por isso adicionamos tantas pessoas que não fazem mais parte do nosso convívio diário quando pertencemos a uma rede social. E sempre tem aqueles céticos que dizem que você nem lembrava o nome daquela pessoa, mas mesmo assim a fez tornar parte do seu ciclo de amizades virtuais quando a reconheceu pela foto ou por algum amigo em comum. Grande tolice. Qual é o problema em querermos guardar uma lembrança daquele tempo em que fomos vizinhos do cara da terceira casa da rua? Sempre que olharmos seu nome ou sua foto do perfil, nosso subconsciente estará reafirmando uma informação de um tempo que foi importante porque faz parte da nossa história.
Entretanto, às vezes até mesmo sem querer acabo achando vizinhos de outras casas em cujas ruas não fui tão feliz. Faz parte da minha história? Certamente. Mas gosto muito mais de quem sou hoje do que quem eu finjia ser naquela época. Portanto, por mais que a tecnologia me traga cada vez mais recursos para encurtar a distância entre passado e presente, há vizinhos e casas das quais prefiro não recordar.
As redes sociais, por exemplo, nos permitem encontrar pessoas que fizeram parte da nossa história há um teeeeeeeempão atrás. Algumas nem foram tão importantes assim, mas nos remetem aos bons tempos de colégio ou faculdade, nos fazem lembrar daquele bairro onde crescemos, daquelas pessoas que tocavam todas as campainhas da rua e saíam correndo depois. Aquele vizinho da terceira casa da rua pode não ter sido tão importante, mas a pessoa que você era naquela época é. Por isso adicionamos tantas pessoas que não fazem mais parte do nosso convívio diário quando pertencemos a uma rede social. E sempre tem aqueles céticos que dizem que você nem lembrava o nome daquela pessoa, mas mesmo assim a fez tornar parte do seu ciclo de amizades virtuais quando a reconheceu pela foto ou por algum amigo em comum. Grande tolice. Qual é o problema em querermos guardar uma lembrança daquele tempo em que fomos vizinhos do cara da terceira casa da rua? Sempre que olharmos seu nome ou sua foto do perfil, nosso subconsciente estará reafirmando uma informação de um tempo que foi importante porque faz parte da nossa história.
Entretanto, às vezes até mesmo sem querer acabo achando vizinhos de outras casas em cujas ruas não fui tão feliz. Faz parte da minha história? Certamente. Mas gosto muito mais de quem sou hoje do que quem eu finjia ser naquela época. Portanto, por mais que a tecnologia me traga cada vez mais recursos para encurtar a distância entre passado e presente, há vizinhos e casas das quais prefiro não recordar.
sábado, 19 de março de 2011
O que fazer com as palavras?
Criei esse blog para compartilhar algumas poesias que escrevi quando tinha 15 anos e achava que sabia o que era amor. Hoje eu as leio e de algumas até dou risada, mas na época não era tão divertido. Sempre vivi de amores platônicos enquanto adolescente e por isso na hora de ser gente grande meti os pés pelas mãos algumas vezes... As poesias que sobraram não acho que sejam dignas de serem compartilhadas. Algumas hoje não fazem o menor sentido, outras estão cheias de raiva e outras ficaram muito bregas. Então a partir de agora, vou escrever sobre tudo e qualquer coisa que eu achar interessante.
Para começar, vou falar de uma coisa que tem prazo determinado, porém parece não acabar nunca mais: universidade. Passar no vestibular da UTP é ridiculamente fácil. Mas sair do curso de Rádio/TV está sendo incrivelmente difícil. Aulas, laboratórios, TCC, estágio, escolhas, planos, contra-planos, cenários, livros e mais livros. Quando isso tudo acabar, sei que vou sentir saudades dos melhores anos da minha vida (até agora)...
Para começar, vou falar de uma coisa que tem prazo determinado, porém parece não acabar nunca mais: universidade. Passar no vestibular da UTP é ridiculamente fácil. Mas sair do curso de Rádio/TV está sendo incrivelmente difícil. Aulas, laboratórios, TCC, estágio, escolhas, planos, contra-planos, cenários, livros e mais livros. Quando isso tudo acabar, sei que vou sentir saudades dos melhores anos da minha vida (até agora)...
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