quarta-feira, 22 de junho de 2011

VIVA O AMORZÃO!!! =D

Hoje é um dia muito especial! É aniversário do meu Amorzão, meu lindo, meu TDB que mora no meu S2. (uahuaha)


Dedico este post ao melhor namorado do mundo. Meu companheiro, amigo, confidente. Aquele que está ao meu lado nos melhores e nos piores momentos. Que me enxerga como um todo, levando em consideração não apenas minha qualificação enquanto namorada, mas acima de tudo que me respeita como ser humano. 


Amorzão, você foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos! E foi meu melhor investimento também, hehe. Como foram importantes aquelas conversas no msn, aqueles trabalhos cansativos e intermináveis que gravamos, editamos e apresentamos juntos. Hoje sei que sou tão feliz porque estávamos no lugar certo e na hora certa!


Que hoje o seu dia seja especial, apesar do clima super curitibano que vejo da minha janela! 


E que neste ciclo que se encerra, os lucros tenham sido maiores que os prejuízos e que as suas energias se renovem para recomeçar somando cada vez mais vitórias!


E se tudo der errado em nossas vidas, podemos virar confeiteiros! Viva o nosso bolo, que todo mundo quer um pedaço!


PS: tá tocando aquela música do Nando Reis que fala do All Star azul, do 12º andar, que seria estranho se eu não me apaixonasse por você... Sabe né? ;) 


Te Amo maior que o universo infinitas vezes! Beijos da sua Amorzona!



quinta-feira, 26 de maio de 2011

ÓTV - Você liga, liga você.

A proposta de mercado da ÓTV é bastante clara: um canal para tratar exclusivamente dos assuntos que interessam aos moradores da região de Curitiba. Um canal totalmente voltado à comunidade que procura suprir as necessidades intrínsecas da população no âmbito da economia, cultura, saúde e outros serviços que a TV aberta não tem disponibilidade de oferecer de forma tão direcionada.  Posicionada no canal 23 somente na NET Digital, a ÓTV custou R$ 25 milhões em investimento e atende um público bastante segmentado apesar da operadora NET ter sido escolhida justamente por atingir em maior número o público-alvo desejado.
A necessidade secundária para a criação dessa plataforma foi o complemento que a TV a cabo traz ao grupo GRPCOM que já conta com dois jornais impressos (Gazeta Do Povo e Folha de Londrina), duas emissoras de rádio (Mundo Livre e 98FM), um portal eletrônico (G1) e uma emissora de TV afiliada à Rede Globo (RPC). Como forma de acompanhar a evolução das mídias, a ÓTV procura conquistar o público com uma programação criativa e repleta de elementos que ressaltam a identidade cultural do curitibano.
O espaço publicitário foi cuidadosamente estudado e não compete com a TV aberta para manter o equilíbrio e as particularidades de cada um dos canais (ÓTV e RPC). A procura dos anunciantes por um espaço na grade nesta fase inicial de implantação, superou as expectativas e já é um dos primeiros pontos positivos do projeto.
Neste primeiro momento, a programação está concentrada no período das 17h à 00h – horário nobre da TV a cabo. Acredita-se que através da medição do gosto do público neste horário seja possível chegar a resultados mais precisos quanto a aceitação dos produtos veiculados bem como os pontos positivos e negativos dos programas-piloto. Ao todo são 28 programas que se dividem em veiculações diárias e semanais distribuídos nos gêneros de jornalismo, entretenimento, esportes, humor, música e entrevistas. Isso sem contar os programetes inseridos ao longo da grade que trazem informações de utilidade pública, curiosidades e peculiaridades da cidade de Curitiba.
Mas o que acontece durante o outro período em que estes programas não estão no ar? São exibidas imagens em tempo real de câmeras espalhadas pela cidade cobertas por um lettering com as principais manchetes da Gazeta do Povo e do portal G1 enquanto a programação da rádio Mundo Livre comanda a trilha sonora. Durante essas intervenções, pode haver o flagrante de um furo de reportagem em algum lugar da cidade. Caso isto ocorra, a equipe de jornalismo assume o horário para passar detalhadamente as informações.
A iniciativa do projeto partiu do ponto de vista de seus criadores acerca das necessidades midiáticas da comunidade. Essa primeira percepção foi comprovada através de pesquisas que mostraram que havia interesse da população em ter um canal voltado à identidade local. A escolha do nome veio de uma idéia bastante simples porém não menos criativa. Não há quem não conheça o símbolo universal de liga/desliga dos controles remotos de aparelhos eletrônicos. Aquele círculo com um risco vertical na parte superior forma o “Ó”. Juntando com TV, fica um nome curto e sonoro complementado pela assinatura: “ÓTV – Você liga, liga você”.
Outras características indiretas da ÓTV são um grande sinalizador de mercado para profissionais de jornalismo e Rádio/TV. Essa plataforma visa  formar profissionais para a RPC proporcionando o primeiro emprego para recém formados e oferecendo mais oportunidades especificamente para os radialistas (profissionais da radiodifusão que atuam tanto no rádio como na TV). Também proporcionou aos seus idealizadores a experiência de criar uma TV do zero com total autonomia sem as restrições normalmente impostas às sucursais pelas grandes redes como forma de padronizar a marca. Essa condição além de sedutora foi um grande desafio, pois exigiu muita análise de mercado, que por sua vez, resultou no aprofundamento do conhecimento na produção de TV.
Para quem já trabalhava nos bastidores dos estúdios, a ÓTV trouxe outra novidade: a inversão de papéis cedendo espaço à frente das câmeras aos profissionais que outrora participavam apenas da produção. Figuras já conhecidas pelo público como Herivelto Oliveira e Dulcinéia Novaes também estão na ÓTV em programas totalmente irreverentes podendo viver experiências diferentes do telejornalismo proposto pela RPC.
Os programas que se destacarem no canal a cabo terão espaço reservado na TV aberta para veiculação ao grande público. Essa é mais uma função da ÓTV: servir como oficina de profissionais e também teste para novos programas. Uma outra particularidade é a transmissão de esportes variados que normalmente não são veiculados em TV aberta como por exemplo o futsal.
Trabalhar este nicho de forma tão recortada dedicando-se a um universo tão restrito requer ousadia, porém é um importante passo para a diversificação dos padrões existentes hoje na TV a cabo. Aliado a tudo isso ainda há a preocupação de não deixar a interatividade de lado. Atualmente a ÓTV está nas principais redes sociais, possui uma plataforma de e-mail para obter o retorno do público e está aberta a críticas e sugestões.
Minha pergunta ao Marcelo Dias (diretor de Jornalismo) em sua palestra no último dia 18 do mês corrente, foi sobre a existência ou não de algum projeto para trazer o meio acadêmico para a tela da TV. Em resposta, ele afirmou que este interesse existe, porém nesta fase de implantação ainda é inviável. E como não está prevista a comercialização da grade horária para programas produzidos por terceiros, por ora nos resta aguardar.
A ÓTV chegou e veio com força total disposta a cativar o público curitibano que é bem conhecido por seu alto grau de exigência em TV. Antes de ser uma grande conquista para o grupo GRPCOM, esta iniciativa marca a fase de inovações e abertura efetiva do mercado aos profissionais de Comunicação Social, o que era uma das promessas da TV digital no Brasil.
Por Bruna de Oliveira
7º Período de Rádio/TV - UTP
Relatório valendo 1 ponto + presença na aula de laboratório de Rádio.

sábado, 9 de abril de 2011

Cada Um Sabe...

"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Caetano já dizia...

Hoje o post vai ser curto. Me lembrei de um e-mail interessante que recebi uma vez da psicóloga Maria Marta Ferreira (que participava do 91 Minutos). Entre outras coisas falávamos sobre a forma como terminamos um relacionamento. E ela mencionou essa parte da música de Caetano Veloso.

O fato é que a nossa dor não precisa ser curtida pelos outros também. Acabou? Tudo tem um prazo de validade na vida, algumas coisas duram mais e outras duram menos... Mas um dia tudo sempre acaba... E temos o nosso direito de sentir e curtir a nossa dor porque passado um tempo ela também vai acabar... O que eu acho injusto e egoísta é querer que aquele que se foi partilhe a nossa dor quando não temos nada mais para compartilhar.

Eu já fui quem partiu e já fui quem ficou. Ambas as coisas são difíceis, mas eu sempre escolhi caminhar em frente e por isso hoje posso dizer que sou feliz com as escolhas que fiz. Não mudaria nada que passou. Nem as pessoas, nem as circunstâncias. Porque tudo isso faz parte do meu repertório e cada grande dor ou felicidade contribuiu para que eu não repetisse os mesmos erros e aprendesse a amar de várias formas diferentes.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Don't Add As Friend

Quantas vezes você já ouviu dizer que o mundo dá voltas e a vida se recicla? Muitas, aposto. Mas quantas vezes efetivamente você já percebeu um novo cilco começar? Hoje em dia, com tantos artifícios que a tecnologia aliada à comunicação nos traz temos muita informação em tempo real. Mas não falo do noticiário. Falo das informações que antigamente jamais chegariam ao nosso conhecimento após sete ou dez anos de hiato numa relação interpessoal.

As redes sociais, por exemplo, nos permitem encontrar pessoas que fizeram parte da nossa história há um teeeeeeeempão atrás. Algumas nem foram tão importantes assim, mas nos remetem aos bons tempos de colégio ou faculdade, nos fazem lembrar daquele bairro onde crescemos, daquelas pessoas que tocavam todas as campainhas da rua e saíam correndo depois. Aquele vizinho da terceira casa da rua pode não ter sido tão importante, mas a pessoa que você era naquela época é. Por isso adicionamos tantas pessoas que não fazem mais parte do nosso convívio diário quando pertencemos a uma rede social. E sempre tem aqueles céticos que dizem que você nem lembrava o nome daquela pessoa, mas mesmo assim a fez tornar parte do seu ciclo de amizades virtuais quando a reconheceu pela foto ou por algum amigo em comum. Grande tolice. Qual é o problema em querermos guardar uma lembrança daquele tempo em que fomos vizinhos do cara da terceira casa da rua? Sempre que olharmos seu nome ou sua foto do perfil, nosso subconsciente estará reafirmando uma informação de um tempo que foi importante porque faz parte da nossa história.

Entretanto, às vezes até mesmo sem querer acabo achando vizinhos de outras casas em cujas ruas não fui tão feliz. Faz parte da minha história? Certamente. Mas gosto muito mais de quem sou hoje do que quem eu finjia ser naquela época. Portanto, por mais que a tecnologia me traga cada vez mais recursos para encurtar a distância entre passado e presente, há vizinhos e casas das quais prefiro não recordar.

sábado, 19 de março de 2011

O que fazer com as palavras?

Criei esse blog para compartilhar algumas poesias que escrevi quando tinha 15 anos e achava que sabia o que era amor. Hoje eu as leio e de algumas até dou risada, mas na época não era tão divertido. Sempre vivi de amores platônicos enquanto adolescente e por isso na hora de ser gente grande meti os pés pelas mãos algumas vezes...  As poesias que sobraram não acho que sejam dignas de serem compartilhadas. Algumas hoje não fazem o menor sentido, outras estão cheias de raiva e outras ficaram muito bregas. Então a partir de agora, vou escrever sobre tudo e qualquer coisa que eu achar interessante.

Para começar, vou falar de uma coisa que tem prazo determinado, porém parece não acabar nunca mais: universidade. Passar no vestibular da UTP é ridiculamente fácil. Mas sair do curso de Rádio/TV está sendo incrivelmente difícil. Aulas, laboratórios, TCC, estágio, escolhas, planos, contra-planos, cenários, livros e mais livros. Quando isso tudo acabar, sei que vou sentir saudades dos melhores anos da minha vida (até agora)...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Quando o Sempre Chegar

Quando não houver mais pontes para atravessar
E se o dia não quiser mais amanhecer
Quando a dor em seu coração desatinar
Eu permanecerei aqui com você

Se suas dificuldades forem maiores que a fé
E se não conseguir superá-las por si próprio
Eu então te mostrei o que é
E nunca deixou de ser um tanto óbvio

Quando você estiver sozinho e perdido
Acredite que eu te encontrarei onde for
Se você cair de joelhos enfraquecido
Eu te levanterei e te protegerei com meu calor

Se seus braços procurarem um lugar seguro
E nada mais te rodear nesse instante
Eu trarei a luz no fim do túnel escuro
Para iluminar seu caminho inconstante

Quando a esperança não quiser mais sonhar
Meus olhos te trarão uma nova razão
Porque sempre vale a pena continuar
Mesmo que o tempo e a distância digam não

E o mundo inteiro não será suficiente
Para desfazer nossos destinos selados
Por enquanto os sinais sutis e freqüentes
Não precisam atingir seu olhos fechados

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dias de Verão

Mesmo que o sol não mais se espalhe
Pela imensidão azul do infinito
E que as mãos que outrora dadas
Hoje busquem novos sentidos

Ainda que a brisa das tardes mornas
Hoje soprem nortes distintos
Enquanto houver palavra no horizonte
O verso não deixará de ser escrito

E cada momento não vivido
Nunca será maior, tampouco mais belo
Que a brevidade daqueles dias extintos