terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dias de Verão

Mesmo que o sol não mais se espalhe
Pela imensidão azul do infinito
E que as mãos que outrora dadas
Hoje busquem novos sentidos

Ainda que a brisa das tardes mornas
Hoje soprem nortes distintos
Enquanto houver palavra no horizonte
O verso não deixará de ser escrito

E cada momento não vivido
Nunca será maior, tampouco mais belo
Que a brevidade daqueles dias extintos

Um comentário:

  1. ha...como consegue escrever assim? de onde vem tanta imaginaçao?
    eh obvio q esse eh o teu destino aqui na terra..

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